No final dos anos 60 o convento dos frades dominicanos de São Paulo é uma trincheira de resistência à ditadura militar no Brasil. Movidos por ideais cristãos, os freis Betto, Oswaldo, Fernando, Ivo e Tito apóiam o grupo guerrilheiro ALN, comandado por Carlos Marighella. Frei Betto ajuda perseguidos políticos a escaparem do país pelas fronteiras no sul até ser preso e transferido para um presídio em SP, onde encontra seus companheiros vivendo sob terríveis torturas. Meses depois, Frei Tito estava no grupo de presos políticos trocados pela liberdade do embaixador suíço e foi mandado, contra sua vontade, para o exílio da França. Mesmo longe do Brasil, Tito não consegue ficar livre de seus carrascos, se sentindo constantemente vigiado e ameaçado. Com intuito de pôr fim ao seu martírio, acaba cometendo o suicídio.
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